sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

O Inferno não é aqui







                                                      Por: Presbítero Adivar  José de Oliveira Neto.



   A afirmação título deste artigo parece óbvia não é?
   Infelizmente para alguns não parece tão óbvia assim; ou simplesmente mesmo sabendo que o inferno não é aqui, estão vivendo como se fosse.
   Tenho visto muita gente vivendo e declarando que o inferno não existe. Dizem “O Inferno é aqui na terra mesmo. De tanto sofrimento e pobreza estão perdendo a esperança, e acabam enredadas pelas mentiras de satanás. Não se aflija, Jesus já nos tinha dito: João 16:33 “… No mundo passais por aflições; mas tende bom ânimo, eu venci o mundo.”
   Para você que está nesta situação, achando que seus problemas não tem solução, e que a morte põe fim a sua existência, preciso te contar ou te lembrar algumas coisas:
   Primeiro – Você não é só esse corpinho. Você também é alma e espirito, portanto se prepare para morrer só uma vez. Hebreus 9:27 “E, assim como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, e, depois disto o juízo.”
   Segundo – Você tem a quem entregar seus problemas. Salmo 55:22 “Confia os teus cuidados ao Senhor, e ele te susterá: jamais permitirá que o justo seja abalado.”
   Terceiro – O que você tem que passar ou fazer, ninguém assumirá no seu lugar; portanto mexa-se. Gálatas 6:5 “Porque cada um levará o seu próprio fardo.”
   Quarto – Você tem para onde ir. Mateus 11:28-30 “Vinde a mim todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu julgo, e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para vossas almas. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve.” Jesus disse isso.
   Quinto: O inferno realmente não é aqui. Se você não for coirmão de Cristo, para também ser chamado de filho de Deus, vai sofrer eternamente nele. Apocalipse 21:8 “Quanto, porém, aos covardes, aos incrédulos, aos abomináveis, aos assassinos, aos impuros, aos feiticeiros, aos idólatras e a todos os mentirosos, a parte que lhes cabe será no lago que arde com fogo e enxofre, a saber, a segunda morte."
   Então meu caro, ainda continua achando que o inferno é aqui? Espero que não.
   Minha oração é para que você entregue sua vida a Jesus e livre-se do sofrimento eterno, o inferno.
   João 3:16 “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna."

Pb. Adivar José de Oliveira Neto (18/01/2013)

 Adivar José O.Neto é estudante do curso de Bacharel em Teologia, da Universidade Metodista de São Paulo e Presbítero na Igreja Presbiteriana de Rio das Ostras.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Afinal de contas, para que existimos?






                                                        Por: Fernando Marin

Mateus 20.28   Porque até o Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida para salvar muita gente.

   Há poucos dias, assistindo a um telejornal, tive a minha atenção voltada para uma notícia: a reportagem mostrava um grupo de Testemunhas de Jeová que, de forma voluntária, se dispôs a construir casas para famílias que perderam tudo, naquela grande tragédia que ocorreu na região serrana do Rio de Janeiro, em 2011.

   Homens e mulheres, pessoas de diversas partes do Brasil, estavam unidas, trabalhando na construção de residências – tarefa que deveria ser do governo – pois, desde aquela época, há famílias ainda sem um teto definitivo.

   Aquela atitude me chamou a atenção, imaginei, como em um sonho, todo o povo de Deus, ali, trabalhando em prol daqueles que necessitam de ajuda, que não tem recursos para refazer sozinhos as suas vidas, e me perguntei: por que isso não acontece na prática? Por que não servimos ao nosso próximo, como pregamos?

   O que a Bíblia nos diz sobre servir? No que a Teologia pode ajudar sobre isso?

   “Porque somos criação de Deus realizada em Cristo Jesus para fazermos boas obras, as quais Deus preparou antes para nós as praticarmos” (Efésios 2.10 NTLH).

   Esta é a Palavra de Deus para nós! Todos nós fomos postos neste planeta para uma missão especial. Fomos criados para contribuir, e não para termos uma existência vazia, ou para ocupar lugar na terra. Fomos criados para somar, para acrescentar. Não estamos aqui só para comer, dormir ou para extrair recursos da natureza, não. Há até um ditado popular que diz que “quem não vive para servir, não serve para viver”.

   Na verdade, Deus nos projetou para o ministério, ou seja, para o serviço. A palavra ministério vem do grego ministerium, que quer dizer o mesmo que diakonia, serviço.

   Quando lemos o texto de Efésios 2.10, verificamos que todos nós fomos criados para servir aos outros. Essas boas obras, mencionadas no texto, são o serviço a Deus. Todas as vezes que servimos às pessoas, de alguma maneira, estamos servindo a Deus , conforme podemos observar  em Colossenses 3.23 (“ O que vocês fizerem façam de todo o coração, como se estivessem servindo o Senhor e não as pessoas.”). 

   Todos nós temos um propósito, um lugar, um papel e uma função a cumprir no mundo. Isso, está claro na Bíblia, em 2 Timóteo 1.9, “Deus nos salvou e nos chamou para sermos o seu povo. Não foi por causa do que temos feito, mas porque este era o seu plano e por causa da sua graça.” 

   Por isso, podemos entender que fomos chamados por Deus para o serviço, esse era o Seu propósito para nós , fomos escolhidos por Ele para o cumprimento dessa missão, a de servir.

   Mais que isso: Jesus ofereceu a sua própria vida, pagou um alto preço, pela nossa salvação (1Coríntios 6.20 “Pois ele os comprou e pagou o preço. Portanto, usem o seu corpo para a glória dele”). Isso nos deixa com uma enorme responsabilidade social, afinal, entendemos que Jesus morreu em sacrifício por nós. Através da sua morte, o nosso passado de pecado foi perdoado e esquecido, nosso presente faz sentido e o nosso futuro está garantido. Portanto, não devemos servir a Deus por medo, ou por obrigação, mas sim com alegria e gratidão por tudo o que Ele fez por nós!

   Essa missão, fica ainda mais clara quando lemos a carta de Paulo aos Romanos, no capítulo 12, versículo 1 , onde o apóstolo diz  “Portanto, meus irmãos, por causa da grande misericórdia divina, peço que vocês se ofereçam completamente a Deus como um sacrifício vivo, dedicado ao seu serviço e agradável a ele. Esta é a verdadeira adoração que vocês devem oferecer a Deus.”

   Devemos nos espelhar no amor de Cristo por nós para compreendermos melhor a questão do serviço ao próximo. Esse amor, é enfatizado por João (1João 3.16 “Sabemos o que é o amor por causa disto: Cristo deu a sua vida por nós. Por isso nós também devemos dar a nossa vida pelos nossos irmãos.”).

   Por aí, entendemos que, como cristãos, devemos demonstrar o amor de Cristo no serviço ao próximo. Não é difícil entender que, se eu não sinto amor pelos outros, não desejo ajudar as pessoas, me nego a evangelizar, só penso em mim mesmo, com certeza Cristo não está em mim. 

   Nós fomos salvos para servir, e não para ficarmos sentados esperando o nosso dia de glória. Se fosse para não fazermos nada, Deus nos levaria para o céu logo que nos convertêssemos. Mas, isso não acontece. Deus nos deixa aqui para cumprirmos com os Seus propósitos, com os Seus objetivos. Com certeza, todos nós temos uma missão no mundo. Independente do nosso emprego, dos nossos estudos e da nossa vida lá fora, somos servos cristãos.

   Todas as vezes que você usa os dons que recebeu de Deus para servir aos outros, você cumpre com o seu chamado. Alguns confundem esse “chamado” de Deus com algo que somente pastores, missionários ou outros obreiros recebem do Senhor, mas a Bíblia diz com clareza que todo cristão é chamado para servir, em Romanos 7.4 (“O mesmo acontece com vocês, meus irmãos. Do ponto de vista da lei, vocês também já morreram, pois são parte do corpo de Cristo. E agora pertencem a ele, que foi ressuscitado para que nós possamos viver uma vida útil no serviço de Deus”).

   Servir não é apenas uma escolha, algo para se fazer se tivermos tempo sobrando. Não, servir é o centro da vontade de Deus, é a coisa mais importante da vida cristã! De nada adianta aprendermos cada vez mais da Palavra de Deus se não a utilizarmos no nosso cotidiano. Precisamos agir de acordo com o que nós aprendemos, precisamos por em prática aquilo em que nós cremos. A maioria dos cristãos mais antigos já tem um bom conhecimento bíblico, o que precisam é por em prática esse conhecimento, é exercitar os seus “músculos espirituais”.

   Nós adquirimos a maturidade espiritual para que possamos exercitar o cristianismo, o serviço, o ministério!  Vejamos o que está escrito em Romanos 14.12: “Assim, cada um de nós prestará contas de si mesmo a Deus." Você já se imaginou, chegando perante o Senhor, o que dirá a Ele?Que esteve ocupado demais com a sua própria vida? Que os seus afazeres pessoais não deixaram você servir? Que você estava trabalhando bastante para se aposentar e poder servir, mas a morte veio antes?

   Em Marcos 8.35, Jesus nos diz que “Pois quem põe os seus próprios interesses em primeiro lugar nunca terá a vida verdadeira; mas quem esquece a si mesmo por minha causa e por causa do evangelho terá a vida verdadeira”.

   Meus irmãos, Deus nos chamou para que nós fizéssemos a diferença no mundo, nós somos os braços e a boca de Deus aqui na terra. É através de nós que Ele realiza a Sua obra, através das nossas vidas, do nosso serviço.

   E eu termino perguntando: o que está impedindo você de cumprir com a sua missão? O que está impedindo você de servir melhor ao Reino de Deus? O que está impedindo que o amor de Deus flua por meio da sua vida?

Fernando Marin

Atualizado e republicado.
Todas as citações bíblicas foram extraídas da versão NTLH.


sábado, 2 de fevereiro de 2013

Fé sem obras? Uma reflexão no texto de Tiago 2, 14-26.





                                                                                         Por : Fernando Marin


“A fé estéril não é a fé salvadora  . A fé não é credal, mas é a operação do Espírito de Deus, feita no homem interior , mediante o que começa a ser  efetuada a transformação do crente segundo a imagem de Cristo”
Russell Norman Champlin

   Quando analisamos o texto bíblico de Tiago, capítulo 2, versos 14 a 26 , vemos que a preocupação do autor em escrever sobre esse assunto deveu-se ao fato de o cristianismo estar se tornando, para alguns (já naquela época) , um mero sentimento, apenas emoção. Isso também está ocorrendo em nossos dias: o mais importante é sentir, experimentar sensações e fazer afirmações de fé.

  Tiago combate a ideia de que uma pessoa genuinamente convertida a Deus possa continuar sua vida como se nada tivesse acontecido. Ele insiste na necessidade de se viver a Palavra de Deus. E mostra, então, dois tipos de fé: uma útil e uma inútil.

   Quando lemos esse belo texto bíblico , nos versos 14 a 26 , sem prestarmos a devida atenção a ele, podemos até mesmo entender que as boas obras são necessárias para que haja a Salvação. A falta de um cuidado na leitura dessa passagem, poderia nos levar a pensar que não bastaria apenas crer no Senhor Jesus como nosso Salvador, mas, seria necessário acrescentar a essa crença os nossos atos de bondade, de amor aos outros.

   Mas, isso não é verdade.

   A verdade é que as obras são a parte visível da nossa fé, ou seja, é a maneira pela qual conseguimos comprovar exteriormente a fé que sentimos no nosso interior.

   As boas obras são feitas para agradar a Deus por amor e são as consequências da verdadeira fé, posta em prática.

   “Verdadeira fé” . Mas, que fé é essa?

   O versículo 14 tem a chave para compreendermos essa questão. Lá, Tiago nos pergunta: “Meus irmãos, que adianta alguém dizer que tem fé se ela não vier acompanhada de ações?”

   Tiago se refere a uma pessoa que afirma ter fé, a alguém que diz que crê, mas, nada em sua vida pode comprovar essa fé. E então, ele pergunta: “Será que essa fé pode salvá-lo?” quer dizer, será que esse tipo de fé demonstra salvação? E ele continua, citando um caso de irmãos que não tem roupas, ou o que comer e alguém diz a eles,“vão, vistam-se e comam bem” , mas, não faz absolutamente nada para que eles tenham algo para vestir e para comer.

  De que adiantam essas palavras? Palavras sem ações são inúteis! E por isso ele diz que a fé sem obras não é fé verdadeira, mas apenas palavras.

   Ele não nos diz que somos salvos pela fé acrescida de obras. Não, a Bíblia nos deixa bem claro que Cristo é o nosso único e suficiente salvador. O que Tiago está nos dizendo é que somos salvos por uma fé que resulta em boas obras. As obras não são a essência da salvação, mas são o seu fruto!

   Tiago está dizendo que se você é um Cristão, então é melhor que você manifeste algum tipo de obra adequada, caso contrário, sua fé é falsa. Esta opinião é confirmada em 1 João 2:4:”Aquele que diz: Eu o conheço e não guarda os seus mandamentos é mentiroso, e nele não está a verdade”.

   O apóstolo Paulo nos informa que fomos criados para as boas obras (Efésios 2:10)“Pois foi Deus quem nos fez o que somos agora; em nossa união com Cristo Jesus, ele nos criou para que fizéssemos as boas obras que ele já havia preparado para nós.”

   O autor  continua afirmando que a fé verdadeira não pode ser separada das boas obras (vers. 18) , em um diálogo entre duas pessoas:  “Mostre-me que você tem fé, sem uma vida de boas obras!”

   É impossível! A fé é invisível, não há como se comprovar a fé de alguém, se aquela pessoa não tiver uma vida que realmente seja fruto dessa fé. E Tiago continua: ‘Eu, com as obras, lhe mostrarei a minha fé”!

   Aqui, compreendemos bem que a fé professa por alguém, pode ser apenas palavras, se a vida dessa pessoa não for transformada, não envolver compromisso com Jesus.

   Crer, até os demônios creem na existência de Deus, mas, não se sujeitam a Ele! Não há mudanças de pensamentos e nem de atitudes, portanto, não se trata de uma fé salvadora! Quando alguém realmente crê em Jesus, isso cria um compromisso de corpo, alma e espírito, além de resultar em uma mudança de vida (2Co  5.17)   “Quem está unido com Cristo é uma nova pessoa; acabou-se o que era velho, e já chegou o que é novo.”

   Então, entendemos que a fé sem obras, é apenas uma crença, uma religião e, portanto, “não vale nada” (v 20).

   E, para ilustrar, Tiago nos apresenta dois personagens bíblicos conhecidos, Abraão e Raabe, como exemplos dessa fé operante. Fala que Abraão foi justificado quando creu, quer dizer, pela fé e, mais tarde, ele demonstrou que essa fé era autêntica, quando se dispôs a sacrificar seu próprio e esperado filho Isaque, por obediência à Deus. Por esse ato, ele deixou claro  que a sua fé não era apenas uma crença de palavras, mas, sim, de compromisso!

   A fé e as obras são inseparáveis, a primeira produz a segunda e a segunda comprova a primeira. Quando Abraão ofereceu Isaque em sacrifício, foi uma demonstração prática da sua fé. Contudo, até que Abraão levantasse sua faca contra Isaque, em obediência, somente Deus conhecia a sua justiça. Ao fazer isso, Abraão demonstrou fisicamente sua confiança em Deus, tendo sido colocado em posição de comprovar a genuinidade de sua fé. Ele foi justificado pela sua fé, mas foi chamado amigo de Deus pelas suas obras.

   O segundo exemplo de Tiago, é Raabe, uma meretriz cananéia , de Jericó. Quando ela ouviu que um exército poderoso vinha sobre a cidade, e que não havia chances de vitória, ela creu em Deus, creu que o deus dos hebreus era o Deus verdadeiro, e não pensou nas consequências disso. E comprovou essa fé quando ajudou os espias, acolhendo-os, apesar dos riscos que correria.

   Tiago encerra esse assunto, dizendo que “Portanto, assim como o corpo sem o espírito está morto, assim também a fé sem ações está morta.” (2.26) É assim que ele resume todo o tema. Ele compara a fé ao corpo humano e, as obras, ao espírito, diz que o corpo sem o espírito, está morto .

   De modo semelhante, a fé sem ações, também está morta! É ineficaz e imprestável! Não é uma fé verdadeira. Muitos pensam que por serem bons, ajudarem os outros, contribuírem para instituições assistenciais, auxiliarem velhinhas a atravessarem a rua, dizerem a verdade, irem à igreja todo domingo, estão salvos. Porém, as palavras de Jesus são claras: "Nem todo aquele que me diz 'Senhor, Senhor' entrará no Reino dos Céus, mas aquele que pratica a vontade de meu Pai que está nos céus" (Mt. 7, 21).

   E aí, eu pergunto: será que estamos praticando a vontade de Deus, como Abraão fez, por exemplo?

   Estou disposto, como Raabe, a trair o mundo inteiro , para ser leal a Cristo? 

   Tanto a fé como as obras procedem de Deus. A fé é dom de Deus. Não geramos a fé, nós a recebemos Dele. As obras que praticamos são inspiradas pelo próprio Deus, pois é ele quem opera em nós tanto o querer quanto o realizar.

   Fé e obras caminham de mãos dadas. Não estão em lados opostos, mas são parceiras. Ambas têm o mesmo objetivo, glorificar a Deus pela salvação.

   Somos salvos pela fé e somos salvos para as obras. Recebemos fé e fomos preparados para as obras. Não há merecimento na fé nem nas obras. Ambas vem de Deus.

   O homem deve glorificar a Deus na terra através de suas obras, obras essas que partam do seu coração, que foi preenchido de fé pelo próprio Deus! Podendo fazer o bem ao próximo, e não o fazendo, o homem peca contra Deus e não se justifica pela fé, visto que sua é fé é morta ao não produzir os frutos esperados, afinal, ninguém pode desprezar um irmão carente e continuar afirmando ser um seguidor de Cristo.

   Aquele que possui bens materiais e vê o seu irmão em necessidade, fechando-lhe o coração, como pode habitar nele o amor de Cristo? Na 1 João 3:18, lemos: “Meus filhinhos, não amemos de palavra, nem de língua, mas por obra e em verdade”. Esta não é a fé salvadora. Tiago fala de alguém que apenas afirma ter fé, mas nada faz para a demonstrar.Esse quebra o mandamento de amar  ao próximo como a si mesmo.

   Tiago nos mostra que amor implica em prestação de serviço, auxílio, ação. Não adianta dizer “que Deus o abençoe” e nada fazer para auxiliar, estando em nosso alcance fazê-lo. Ajudar os necessitados não é algo para Deus fazer. É para os próprios crentes fazerem!

   Devemos procurar falar menos e agir mais.

Fernando Marin

Fontes:

CHAMPLIN, N.Russel - Enciclopédia de Bíblia, Teologia e Filosofia, Hagnos, 1996

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